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A Direcção da AJP deseja a todos os seus Associados, respectivas famílias e a todos os visitantes deste blog um Feliz Natal e um bom ano novo cheio de paz, saúde e prosperidade!
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Estatutos da AJP
Ficha de inscrição
A Associação Portuguesa de Mulheres Juristas realiza, no âmbito do encerramento do Projecto Rebeca, no próximo dia 3 de Dezembro pelas 14h, um Colóquio subordinado ao tema “Boas Práticas Judiciais no âmbito da Violência Doméstica”.
O Colóquio vai ter lugar na Fundação Eng.º António de Almeida, no Porto
O Centro de Estudos Judiciários, no âmbito do Plano de Formação Continua para 2010-2011, vai realizar, no próximo dia 26 de Novembro, em Lisboa, uma Acção de Formação Contínua subordinada ao tema “O efeito do Tratado de Lisboa na Justiça Criminal Europeia”.
1. Hoje, e até à produção de efeitos da Lei n.º 29/2009, os tribunais mantêm a competência para receber os processos de inventário.
Esta interpretação decorre do seguinte:
a) Primeiro, a Lei n.º 44/2010, de 3 de Setembro, alterou a redacção do n.º 1 do artigo 87.º, a Lei n.º 29/2009, de 29 de Junho, que aprovou o novo Regime Jurídico do Processo de Inventário,deixando de referir qualquer data de entrada em vigor e passando a referir apenas a sua produção de efeitos no 90º dia após a publicação da Portaria referida no n.º 3 do artigo 2.º da Lei 29/2009.
b) Com essa nova redacção, o novo Regime Jurídico do Processo de Inventário ainda não produziu efeitos, mantendo-se, assim, o actual processo de inventário, da competência dos tribunais.
c) Apesar de a Lei ter sido publicada em 3 de Setembro, os tribunais mantêm a sua competência intacta desde 18 de Julho de 2010, tendo em consideração que a Lei n.º 44/2010 tem eficácia retroactiva por força do seu artigo 3.º.
d) A portaria referida no ponto 1 irá ainda ser debatida no Grupo de Coordenação Técnica de Implementação do Novo Regime do Inventário, presidida pelo representante do Ministério da Justiça – cfr. Despacho do Ministro da Justiça n.º 14173/2010, de 2 de Setembro), pelo que não se prevê a sua publicação até ao final do ano.
2. Os processos de inventário que tenham entrado nos tribunais desde 18 de Julho e até à produção de efeitos da Lei n.º 29/2009 serão tramitados, até ao seu arquivamento, exclusivamente nos tribunais.
Esta interpretação decorre do seguinte:
a) A Lei n.º 29/2009 refere, no seu artigo 84.º, sob a epígrafe “Aplicação no tempo”, que o novo Regime Jurídico do Processo de inventário não seria aplicável a qualquer processo de inventário que se encontrasse pendente à data em que a Lei n.º 29/2009, de 29 de Junho entrasse em vigor, tendo em consideração que o n.º 1 do artigo 87.º referia expressamente qual seria a data de entrada em vigor desse Regime e que os números seguintes desse artigo tinham normas de entrada em vigor específicas para regimes jurídicos que não se referiam exclusivamente ao processo de inventário.
b) Com as alterações efectuadas pela Lei n.º 44/2010, nomeadamente com a substituição, no n.º 1 do artigo 87.º, da expressão “entra em vigor” por “produz efeitos”, o artigo 84.º só pode ser interpretado de forma a prescrever que qualquer processo que tenha entrado e se encontre pendente nos tribunais no 89.º dia após a publicação da portaria continuará a ser tramitado nos tribunais até ao seu arquivamento nos moldes e ao abrigo do actualmente preceituado no Código de Processo Civil.
c) É uma interpretação actualista, é certo, mas tendo em consideração a finalidade da norma e o facto de não se poder denegar justiça a nenhum cidadão que dela necessite, é a única possível face ao direito prescrito no artigo 20.º da Constituição da República Portuguesa.
d) Assim, só aos processos de inventário requeridos, por qualquer das formas legalmente previstas, após a produção de efeitos da Lei n.º 29/2009, de 29 de Junho, é que deverá ser aplicado o novo Regime Jurídico do Processo de inventário e só relativamente a esses serão competentes as conservatórias e os cartórios notariais.
Gabinete de Imprensa do Ministério da Justiça
17 de Novembro de 2010
O programa endereçou diversos vectores de análise tais como:
· Segurança (políticas de segurança, níveis de acesso, actualizações de segurança, configurações)
· Hardware, protocolos e sistemas operativos
· Análise de Eventos
· Excelência de Operação (níveis de serviço, continuidade de negócio, gestão de configurações, monitorização e controlo)
· Performance (sistemas operativos e bases de dados)
· Arquitectura (desenho das bases de dados, código)
· Configuração dos sistemas de gestão de bases de dados
O Secretário de Estado da Justiça e da Modernização Judiciária considerou oportuno e muito vantajoso o processo de avaliação: «Foi muito útil comparar a situação de operação actual com as melhores práticas para sistemas de gestão de bases de dados. Ficámos com uma visão clara dos riscos potenciais e temos agora recomendações com vista a uma definição clara de um caminho para remediar potenciais riscos identificados».
Ao cobrir os vectores de segurança, operação, configuração e arquitectura foi possível concretizar um plano com vista a aumentar a segurança, eficiência, disponibilidade, integridade e robustez dos sistemas de gestão de bases de dados que dão suporte ao CITIUS.
A 1ª intervenção ocorreu no dia 20 entre as 12.05 e 04.08 da manhã, tendo sido avisados os utilizadores da plataforma CITIUS Web, nomeadamente a Ordem dos Advogados e Câmara dos Solicitadores, da indisponibilidade do serviço.
Da execução do Programa resultaram relatórios de análise, classificando os riscos, sendo fornecido para cada item uma solução recomendada. O projecto incluiu o acompanhamento inicial pela Microsoft da implementação das recomendações a qual foi de imediato despoletada.
Este projecto potenciou assim a definição clara de um processo contínuo de melhoria do serviço prestado.
Fonte: Portal da Justiça
Dois dos mais influentes socialistas para a questão da justiça consideram que, em sede de uma eventual revisão constitucional, se deve discutir o actual modelo de investigação criminal, trazendo para a mesa a hipótese de colocar um juiz a fazer investigação, retirando o Ministério Público da titularidade da acção penal. António Vitorino e Ricardo Rodrigues consideram que a discussão deve ser aberta, Osvaldo Castro pede prudência, Vera Jardim está contra.
Falando ao DN, António Vitorino - uma das principais cabeças pensantes do PS em matéria de Constituição da República - admitiu que o debate da revisão constitucional poderá "abrir uma discussão sobre o modelo de investigação criminal".
Sem querer dizer que solução defende, admite pessoalmente que a aplicação em Portugal do modelo espanhol "pode ser discutida". E este modelo, explica, coloca os juízes a coordenar a investigação (o exemplo máximo é o juiz Baltazar Garzon), relegando-se o MP para segundo plano.
Também sem se comprometer quanto a preferências pessoais, Ricardo Rodrigues, deputado do PS, considerou que a discussão sobre o modelo de investigação criminal deve ser feita. "É possível um debate sobre essa matéria, porque é um tema que ganhou actualidade", concluiu o deputado.
Noronha do Nascimento, o presidente do Supremo Tribunal de Justiça, tem sido o principal responsável pela colocação na agenda da justiça desta questão. Em vários discursos públicos, o presidente do STJ já defendeu o regresso ao modelo antigo de investigação criminal, liderado por um juiz e não pelo Ministério Público. [...]
Fonte: Diário de Notícias
1.ª) Aguardar a publicação da nova lei para intentar o processo de acordo com o regime vigente;
2.ª) Instaurar o processo de inventário nos tribunais apesar da entrada formal em vigor do novo regime do Inventário após 18 de Julho, apesar do risco de rejeição do processo por incompetência, apesar de, assim que a nova lei entrar em vigor, todos os actos praticados fiquem “ratificados”.
Com A TROCA/CHANGELING, obra-prima de Clint Eastwood, chega ao fim o V CICLO A JUSTIÇA NO CINEMA, programado para o Teatro do Campo Alegre nas noites de quarta-feira do mês de Maio, uma iniciativa da Associação Jurídica do Porto e da Associação Sindical dos Juízes Portugueses, em colaboração com a Medeia Filmes e com o apoio do Conselho Distrital do Porto da Ordem dos Advogados. No final será realizado um debate, aberto ao público.
seguido de debate com Edite Dias (Coordenadora de Investigação da Polícia Judiciária), Luís Martins (Juiz de Direito), António A. Salazar (Advogado e Vice-Presidente do Conselho Superior da Ordem dos Advogados)
Moderador: Guilherme Figueiredo (Advogado e Presidente do Conselho Distrital do Porto da Ordem dos Advogados)
com Angelina Jolie, John Malkovich
A história (verídica) tem algo de assombrado: estamos em 1928 e, na sequência do desaparecimento do seu filho, uma jovem mulher vai ser confrontada com uma criança que lhe chama `mãe`, mas não é o seu filho... A sua recusa em aceitar a criança falsa leva-la-á a ser internada num hospital psiquiátrico... Eastwood filma tudo isso como uma visceral tragédia social, com os destinos individuais a ser constantemente rasgados pelos valores colectivos. No limite, «Changeling» possui a dimensão clássica da idade de ouro de Hollywood.
Um dos mais importantes filmes da carreira de [Clint] Eastwood. […] Partindo de um caso verídico, Eastwood conta-nos a extraordinária história de Christin Collins (espantosa Jolie), uma mãe que lida com o desaparecimento súbito do filho de 9 anos, e que vai enfrentar, com a ajuda do reverendo Gustav Briegleb (um seguro Malkovich) e contra todas as possibilidades, todo um aparelho político e judicial corrupto e autoritário, que dominava a Cidade dos Anjos no final dos anos 20, e que lhe quis impor um “outro” filho. […] Eastwood filma uma história fascinante, numa beleza tão equilibradamente estonteante no seu estilo como verdadeiramente sóbria e madura na sua temática, [que] nos enfeitiça desde o primeiro minuto.
Uma obra-prima a não perder.
RESERVA DE BILHETES POR TELEFONE > 22 606 30 00
Como convidados para o debate subsequente ao filme estarão:
- Cristina Xavier, Juiz de Direito
- Viviane Carrico, Jurista da AACILUS - Apoio à Imigração em Portugal
- Sónia Diz Rodrigues, Coordenadora do Centro Local de Apoio à Integração de Imigrantes da Delegação de Braga da Cruz Vermelha Portuguesa
com moderação de Maria Manuela Paupério, Juiz de Direito
PREÇO DOS BILHETES:
- 3,50 €
LOCAL:
- Cine-estúdio do Teatro do Campo Alegre
com Vincent Lindon, Firat Ayverdi, Audrey Dana
FESTIVAL DE BERLIM, SECÇÃO PANORAMA > PRÉMIO MELHOR FILME EUROPEU
“Welcome” tem um tom quase documental, mas muito bem entrelaçado com a situação dramática. Sem jamais cair no maniqueísmo, faz um retrato sem complacências de uma realiadde social bem actual, com uma força que acabou por provocar polémica em França, com uma intervenção crítica do ministro da Emigração. “Welcome” é um filme que é urgente ver e nele reflectir.
Contamos com a sua presença!
A Associação Jurídica do Porto em parceria com a Direcção Regional Norte da Associação Sindical dos Juízes Portugueses e com o apoio da Medeia Filmes e do Conselho Distrital do Porto da Ordem dos Advogados vai exibir quarta-feira dia 12 de Maio, pelas 22H00, o 2.º filme do V ciclo "A JUSTIÇA NO CINEMA: MADONAS da Realizadora: Maria Speth (2007), seguido de um debate com a participação de convidados que exploram a temática do filme nas suas diversas vertentes promovendo também a participação do público.
Como convidados para o debate subsequente ao filme estarão:
- Judite Babo, Procuradora do Ministério Público
- Ana Resende, Advogada
- Sónia Oliveira, Psicóloga
com moderação de António Vigário, Advogado
PREÇO DOS BILHETES:
- 3,50 €
LOCAL:
- Cine-estúdio do Teatro do Campo Alegre
Contamos com a sua presença!
A Associação Jurídica do Porto em parceria com a Direcção Regional Norte da Associação Sindical dos Juízes Portugueses e com o apoio da Medeia Filmes e do Conselho Distrital do Porto da Ordem dos Advogados vai exibir amanhã dia 5 de Maio, pelas 22H00, o 1.º filme do V ciclo "A JUSTIÇA NO CINEMA: MARTHA do Realizador: Rainer Werner Fassbinder (1974), seguido de um debate com a participação de convidados que exploram a temática do filme nas suas diversas vertentes promovendo também a participação do público.
Como convidados para o debate subsequente ao filme estarão:
- Rita Braga da Cruz, Advogada e Representante da APMJ
- William Themudo Gilman, Juiz de Direito
- Nuno Eduardo Cravo Barata, Psicólogo Clínico/Psicoterapeuta
com moderação de Pedro Brito (Juiz de Direito)
PREÇO DOS BILHETES:
- 3,50 €
LOCAL:
- Cine-estúdio do Teatro do Campo Alegre
Contamos com a sua presença!