sexta-feira, 24 de fevereiro de 2006

Saldos

"Os saldos são formas de criminalidade. De confissão da criminalidade. Quando uma casa entra em saldos, ela não se limita a baixar os preços. Ela confessa publicamente que roubou durante onze meses e que está disposta a suspender o assalto, colocando os preços no patamar da realidade. No mundo ideal, sempre que uma casa se entregasse aos saldos, os donos seriam imediatamente presos e condenados. Roubar, sim. Confessar é que não."

4 comentários:

Zeca disse...

Sem espinhas esta verdade.
Este post foi para o Plagidíssimo.
Passa por lá e fica bem.
p.s.
Ilustrei o teu post.

Ricardo Salazar disse...

e promoções todo o ano? deveria o pingo doce receber a cruz de s. bento de aviz por serviços prestados à justiça?

secreto disse...

O. K. Poderiam comentar as declarações do Dr. Rui Leal num programa da SIC Notícias com Sofia Pinto Coelho em que mais uma vez se disse que na 1ª instância há decisões erradas por culpa da pouca experiência dos juízes, omitindo, claro, a quase nula experiência de advogados ou advogados estagiários ou então quando contou um suposto caso de erro da 1ª instância de um homicídio (logo, tribunal colectivo, logo pelo menos um juiz de círculo, logo maior experiência) em que relata que uma vítima tinha um tiro na cabeça vindo debaixo para cima e que o arguido tinha disparado de cima para baixo e ainda assim foi condenado! O olhar para o lado, as hesitações na fala indiciam que não estava a contar tudo além de que será possível que três juízes fossem tão cegos? Estes comentários vindo de um senhor todo bonito em nada ajudam a justiça. É a minha opinião, ignorando o desperdício que é escrever sobre saldos.

saldos na justiça disse...

gostei do: "Estes comentários vindo de um senhor todo bonito em nada ajudam a justiça."